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O CEO do maior fundo soberano do mundo, o da Noruega, alertou que empresas devem usar a Inteligência Artificial para aumentar a produtividade e não apenas para cortar empregos, sob risco de gerar uma forte reação social. A preocupação é que a automação excessiva leve a demissões em massa, desincentivando a integração da tecnologia e causando instabilidade econômica.

O mercado global de tecnologia foi abalado por notícias de que a OpenAI, criadora do ChatGPT, não atingiu suas metas internas de usuários e receita, levantando preocupações sobre a sustentabilidade dos altos investimentos em Inteligência Artificial e causando quedas nas ações do setor.

O Citigroup revisou para cima suas estimativas para o mercado global de Inteligência Artificial, projetando que o setor movimentará impressionantes US$ 4,2 trilhões até 2030. Essa mudança reflete a rápida adoção de ferramentas de IA por empresas em diversas áreas, como programação, automação e fluxos de trabalho, indicando que a tecnologia deixou a fase de testes e se tornou uma parte fundamental das operações corporativas.

O governo brasileiro publicou novas regras para o desenvolvimento e a compra de Inteligência Artificial (IA) em órgãos públicos, priorizando a proteção de direitos humanos, privacidade e transparência. A medida visa garantir o uso ético e seguro da IA no setor público, com implicações importantes para empresas de tecnologia e cidadãos.

O Google está desenvolvendo um recurso de 'Assistência Proativa' para o Gemini, que permitirá à inteligência artificial oferecer sugestões personalizadas e contextuais ao longo do dia, transformando a interação com o smartphone de reativa para proativa e integrada. Essa novidade promete revolucionar a produtividade e a forma como interagimos com a tecnologia, tornando a Inteligência Artificial uma camada invisível e sempre presente em nossas tarefas diárias.

Parlamentares dos Estados Unidos estão propondo novas legislações para regulamentar a Inteligência Artificial, focando na segurança de crianças e trabalhadores, e na prevenção de fraudes. Um dos projetos exige que empresas de chatbots ofereçam contas familiares com controle parental, enquanto outra proposta visa apoiar a pesquisa em IA e a educação em segurança digital.

A Inteligência Artificial (IA) e as mudanças no mercado de trabalho estão gerando uma nova onda de empreendedorismo entre jovens profissionais, que buscam criar suas próprias oportunidades em vez de apenas procurar vagas. Uma executiva do LinkedIn destaca a importância do desenvolvimento de novas habilidades e do networking para prosperar nesta era de transformação.

A Amazon Web Services (AWS) acaba de lançar o Amazon Quick, um assistente de Inteligência Artificial para desktop que promete revolucionar a produtividade ao integrar-se a todas as suas aplicações e dados. A ferramenta visa simplificar o dia a dia profissional, permitindo que os usuários gastem menos tempo procurando informações e mais tempo realizando tarefas importantes.

Um novo estudo comparou modelos de IA e ferramentas de automação em tarefas reais de engenharia de software, destacando a eficiência do Qwen3.6 e do harness Pi.

A Joby Aviation realizou o primeiro voo de demonstração de um táxi aéreo elétrico em Nova York, conectando o aeroporto JFK a Manhattan. A iniciativa faz parte de um programa piloto para integrar essas aeronaves no transporte urbano.

Um estudo recente do Massachusetts Institute of Technology (MIT) aponta que a Inteligência Artificial (IA) está mais focada em transformar tarefas dentro das profissões do que em eliminar empregos por completo. A pesquisa indica que a IA pode impactar até 11,7% dos empregos nos Estados Unidos, mas apenas uma pequena parcela das atividades foi de fato automatizada, liberando profissionais para funções mais estratégicas e criativas.

A Meta acaba de lançar o Llama 4, sua nova geração de inteligência artificial de código aberto. O modelo promete desempenho superior em tarefas de lógica e a capacidade inédita de rodar localmente em smartphones, garantindo mais privacidade e velocidade.

Modelos avançados de Inteligência Artificial da OpenAI e Google alcançaram pontuações inéditas no rigoroso exame de admissão da faculdade de medicina da Universidade de Tóquio, superando os melhores candidatos humanos. Este feito destaca o rápido avanço da IA e levanta questões importantes sobre o futuro da educação, das profissões e das habilidades necessárias para o mercado de trabalho.

Microsoft e OpenAI anunciaram uma revisão significativa em sua parceria, permitindo que a OpenAI ofereça seus produtos em qualquer provedor de nuvem e alterando os termos financeiros. Essa mudança estratégica promete impactar o mercado de Inteligência Artificial, a concorrência e o acesso a ferramentas para empresas e desenvolvedores.

A Inteligência Artificial (IA) está redefinindo o mercado de trabalho brasileiro, prometendo criar mais vagas do que eliminar e impulsionando uma corrida sem precedentes por novas qualificações. Entenda como essa transformação impacta sua carreira e o que você precisa fazer para se manter relevante.

A rápida expansão da Inteligência Artificial está gerando uma demanda energética sem precedentes, especialmente por parte dos data centers. Gigantes da tecnologia como Meta, Google e Microsoft estão investindo pesado em novas fontes de energia, incluindo nuclear e geotérmica, para garantir a sustentabilidade e o crescimento contínuo da IA, enfrentando um desafio global que impacta as redes elétricas e o meio ambiente.

Estudo da Universidade Stanford mostrou que usar IA em tarefas cotidianas como busca de emprego, planejamento de viagens e compras online pode mais do que dobrar a eficiência de qualquer pessoa.

Com 134 projetos de lei sobre IA na educação sendo discutidos nos EUA, o debate sobre privacidade infantil digital ganha urgência — e traz lições importantes para o contexto brasileiro.

O Google liberou globalmente os Gemini Agents, assistentes de inteligência artificial capazes de realizar tarefas complexas entre diferentes aplicativos do Workspace sem supervisão constante.

Nova pesquisa global com mais de 1.200 executivos mostra que a maioria das empresas está usando IA, mas pouquíssimas estão de fato lucrando com ela. Entenda a diferença.